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Como o Barcelona de Pep Guardiola influenciou o Golden State Warriors de Steve Kerr?

Nem sempre um time vitorioso e forte ofensivamente nasce dentro do próprio aasquete. Às vezes, a inspiração vem de outros esportes, atravessa continentes, muda de gramado para quadra e ganha outra forma. Foi exatamente isso que aconteceu quando Steve Kerr assumiu o comando do Golden State Warriors e buscou motivação em um dos times mais influentes da história do futebol: o Barcelona, de Pep Guardiola.

A revelação veio da boca de quem viveu de perto a experiência e colheu os frutos dessa mistura entre futebol e basquete. Em participação recente no podcast de LeBron James, Stephen Curry contou como Kerr apresentou ao elenco uma ideia que parecia improvável à primeira vista, mas que acabaria mudando a história da NBA.

Qual o segredo do Golden State Warriors de Steve Kerr?

Quando o treinador chegou, os Dubs já eram uma equipe competitiva: forte defensivamente, com identidade clara e peças bem definidas. Curry resume bem o cenário:

Nós éramos quase um time de 51 vitórias quando ele entrou. Não se tratava de uma reconstrução, mas de um refinamento. Kerr deixou isso claro desde o início. Queria mudar pouco, mas mudar no lugar certo”.

Na entrevista, Curry destaca que Steve Kerr foi influenciado por Gregg Popovich, seu mentor em San Antonio, e também pelo trabalho de Mike Budenholzer em Atlanta. Por isso, o treinador enxergava o jogo de basquete de forma coletiva, fluida e baseada em leitura constante. Ainda assim, foi fora da NBA que ele encontrou a imagem perfeita para explicar sua filosofia.

O armador do Golden State também revelou que durante o training camp, Kerr colocou um vídeo para os jogadores. Não era basquete. Era futebol. Mais especificamente, o Barcelona de Guardiola, o time do tiki-taka, da posse paciente, dos passes curtos e da movimentação incessante. A mensagem era simples, mas profunda: o ataque não precisava ser decorado, precisava ser entendido.

A ideia, portanto, era clara. Assim como o Barça fazia a defesa adversária tomar inúmeras decisões a cada posse, o Warriors faria o mesmo em quadra. Bola em constante movimento, jogadores se deslocando o tempo todo, decisões rápidas.

Em suma, nada de segurar a bola. Era o famoso conceito do “0.5”, ou seja, decidir em meio segundo se passa, corta ou arremessa. E essa inspiração virou a espinha dorsal do ataque dos Dubs.

A adaptação ao estilo de Steve Kerr

Olhando as performances de ouro e estilo bem jogado do Golden State em seu auge, quem está de fora não imagina o que o time fez para chegar neste nível. Curry, na entrevista, conta que no começo, quando Steve Kerr trouxe a filosofia do Barcelona, houve estranhamento.

Assim, o armador admitiu que levou um tempo até se sentir confortável sem tantas jogadas chamadas, deixando que a bola “dissesse” onde cada um deveria estar. Mas, com o passar do tempo, o sistema começou a potencializar o que o elenco tinha de melhor.

Por exemplo, Curry passou a estar envolvido em tudo, com ou sem a bola, enquanto o resto do time encontrava arremessos melhores, mais naturais, dentro do fluxo do jogo.

E o resultado dessa influência cruzada já é bem conhecido: títulos, recordes e uma das dinastias mais marcantes da história do esporte. O Golden State Warriors virou referência não apenas pelo talento individual, mas pela forma como jogava: coletiva, inteligente e quase artística.

Um legado que ultrapassou a quadra

A influência do “basquete tiki-taka” do Warriors ultrapassou rapidamente as fronteiras da franquia. Isso porque, assim como o Barça mudou a forma de se enxergar o futebol, o Warriors começou a mudar o estilo de jogo na NBA.

Portanto, outros times da liga passaram a valorizar mais o passe, o espaçamento e a tomada rápida de decisão, enquanto treinadores começaram a olhar para outros esportes em busca de inovação.

E não precisamos apenas falar do que acontece na quadra. Fora dela, da mesma forma como Guardiola inspirou uma geração inteira de técnicos no futebol, Steve Kerr também mostrou para a NBA que o diálogo entre modalidades pode ser um caminho poderoso para reinventar o jogo.

No fim das contas, a maior herança desse Warriors talvez não esteja apenas nos títulos, mas na forma como ele ensinou o basquete a pensar diferente. Ou seja, assim como o Barcelona de Guardiola redefiniu o futebol moderno, o Warriors de Steve Kerr mudou a maneira como o basquete ofensivo é pensado na NBA.

Dois esportes diferentes, mas a mesma essência: fazer o simples brilhantemente, obrigando a defesa a errar antes mesmo de perceber.

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Carla Taissa

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Eric Filardi e Thiago Felipe Camargo

Fundadores

Eric e Thiago trabalham juntos há 5 anos e uniram a paixão por esportes e basquete para criar algo revolucionário: dar voz a maior equipe da NBA na atualidade, com DNA do Brasil.

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