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Draymond Green detona expansão da NBA para Seattle e Las Vegas: “Um terço da liga é uma merda”

A NBA parece estar cada vez mais próxima de uma expansão, e todos os sinais apontam para Seattle e Las Vegas como às favoritas para abrigar essas novas franquias. Mas isso não significa que todos estejam de acordo com o plano, incluindo Draymond Green, que usou o seu próprio podcast para expor suas preocupações com relação ao assunto.

Vale destacar que os relatos mais recentes sugerem que o Conselho de Administradores deve votar sobre a expansão neste verão americano (inverno brasileiro) e, mesmo que aprovado, às duas novas franquias se juntariam à liga apenas na temporada 2027-28, no mínimo.

Draymond Green não se empolga com expansão de franquias da NBA

Draymond Green reconheceu que a expansão faz todo sentido do ponto de vista comercial, mas que não está convencido de que a liga tenha talento suficiente agora para completar mais dois elencos sem prejudicar a qualidade do jogo.

“Devo dizer, a expansão da liga do ponto de vista comercial é incrível. Mais cedo no programa, falamos sobre tanking, e um terço dos times da NBA está perdendo a água, o que significa que um terço dos times da NBA é absolutamente horrível. Então, não sei, do ponto de vista de talento e basquete competitivo, se a expansão é boa. Em termos de negócios, incrível. Em termos de talento no basquete, não acho que seja ótimo.”

Draymond Green prosseguiu com seu raciocínio, expressando preocupação em relação à uma dispersão de talentos ainda maior dentro da própria NBA:

“Você vai espalhar ainda mais o talento, e já está bem escasso agora […]. Não sei se isso é ótimo para o jogo. Acho que esses times vão prosperar nesses lugares. Só me preocupo muito que não haja talento suficiente para adicionar mais 30 vagas. Quando você olha para alguns desses times comandando a NBA, não conhece metade dos nomes dos jogadores que entram em quadra na NBA. Não lembro de ter sido assim quando eu crescia.”

O discurso de Draymond Green conta com uma certa lógica, levando em consideração que muitas equipes estão jogando um basquete de baixo nível, noite após noite. Porém, a expansão também pode abrir portas para mais jogadores e expandir o jogo em cidades que têm sede de basquete.

Detalhes da expansão de franquias da NBA

O assunto da expansão de franquias tem sido bastante frequente na NBA ao longo dos últimos anos. O comissário Adam Silver mencionou isso publicamente em algumas ocasiões, e mais recentemente, sugeriu que uma decisão poderia acontecer em algum momento de 2026, deixando claro que Seattle e Las Vegas são os principais candidatos.

Seattle tem raízes profundas no basquete e uma base de torcida que sonha com o retorno dos SuperSonics. Las Vegas, por sua vez, já se provou uma cidade do basquete, recebendo a Summer League todos os anos, além de semifinais e finais da NBA Cup, e também pela presença do Las Vegas Aces na WNBA.

O principal empecilho até aqui é reorganizar os detalhes financeiros e a estrutura de divisão de receita das equipes. Se por um lado, a inclusão de novas franquias ajudaria a ampliar receitas totais da liga, gerando ainda uma taxa de expansão para às atuais franquias, por outro, a participação delas no capital da NBA diminuiria. Hoje, cada franquia é dona de 3,3% da liga, compartilhando uma soma equivalente das receitas obtidas pela competição.

Além disso, também há uma questão geográfica a ser resolvida: tanto Seattle quanto Las Vegas devem acabar sendo adicionadas ao grupo da Conferência Oeste, o que criaria um desequilíbrio. Para resolver isso, pelo menos um time existente precisaria migrar para a Conferência Leste, de modo que ambos os lados tenham 16 franquias.

Por fim, ainda haverá o draft de expansão, onde os novos times poderiam construir seus elencos escolhendo entre jogadores que franquias existentes deixam desprotegidos. A última vez que a NBA fez isso foi em 2004, e os times puderam proteger oito jogadores, enquanto expunham pelo menos um que não estava prestes a se tornar agente livre irrestrito. De qualquer forma, só nos resta esperar para ver o desenrolar dessa história.

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Jose Carlos da Silva Junior

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Eric Filardi e Thiago Felipe Camargo

Fundadores

Eric e Thiago trabalham juntos há 5 anos e uniram a paixão por esportes e basquete para criar algo revolucionário: dar voz a maior equipe da NBA na atualidade, com DNA do Brasil.

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