Em coletiva de imprensa para Sporting Bet Brasil, o 10° maior cestinha da historia da NBA, Shaquille O’neal, demonstrou seu apreço por jogadores brasileiros, além de comparar a forma como Stephen Curry arremessa, com a de um grande jogador do basquete mundial brasileiro.
Sabe de quem estou falando? Relembre a história do “Mão Santa” do Basquete.
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Shaquille O’neal compara Oscar Schmidt a Stephen Curry
Em vinda ao brasil a trabalho, Shaquille O’neal disse que os jogadores brasileiros “são duros na queda”, e que Oscar Shimidt foi um dos melhores jogadores do mundo.
“Sempre ouvir falar do Oscar Schmidt. Eu e meu tio fomos ver ele jogar. Ele tinha o físico perfeito, o arremesso perfeito e a torcida ficava louca com ele! – disse Shaquille O’neal”
Complementou dizendo que acha a forma como Stephen Curry arremessa, é parecida com a de Schmidt.
06/11 – Neste dia, em 1992, Shaquille O'Neal fazia sua estreia na NBA! 🏀🔥 O craque anotou 12 PTS, 18 REB e 3 TOCOS!#OTD @orlandomagic pic.twitter.com/ovhpioM7EK
— NBA Brasil (@NBABrasil) November 6, 2024
Shaq, é considerado um dos jogadores mais dominante fisicamente da história da NBA. Nos Los Angeles Lakers, ao lado de Kobe Bryant, lideraram a equipe para o histórico tricampeonato nos anos 2000, 2001 e 2002. Além diss, Shaq foi eleito o MVP das Finais nas três conquistas, e em 2000, foi eleito o MVP do ano. Durante sua carreira, marcou 28.596 pontos, sendo o 10º maior cestinha na história da NBA.
Oscar Schmidt: A mão santa do basquete
Muito antes de Leandrinho, Varejão e Gui Santos, o Brasil já tinha um grande representante no basquete mundial: Oscar Schmidt.
Nascido em Natal, no Rio Grande do Norte, Oscar Daniel Bezerra Schmidt, o lendário camisa 14 da seleção brasileira, construiu uma carreira de quase 30 anos e detém diversos recordes olímpicos, entre eles: maior pontuador da história das Olimpíadas (1.093 pontos), mais vezes cestinha (3), além dos recordes de cestas de três pontos, dois pontos e lances livres.
O eterno camisa 14 da seleção brasileira, teve duas oportunidades de jogar na NBA, no entanto, recusou todas as propostas e preferiu representar o Brasil. Em 1987, no Pan de Indianápolis, foi um dos destaques da seleção, que conquistou a medalha de ouro ao derrotar os Estados Unidos na final.
Oscar, iniciou sua carreira no Palmeiras (1974–1977), passou pelo Sírio (1978–1979) e seguiu para o basquete internacional, atuando pelo Juvecaserta, da Itália. De volta ao Brasil, jogou pelo Corinthians (1996), Mackenzie (1998) e encerrou a carreira em 2003, vestindo a camisa do Flamengo.
Mesmo sem ter atuado na NBA, Oscar teve sua relevância reconhecida pelo basquete norte-americano. Nos anos 1980, participou de um draft ao lado de nomes como Hakeem Olajuwon, Charles Barkley, John Stockton e Michael Jordan. Em 1984, chegou a ser selecionado pelo New Jersey Nets, atual Brooklyn Nets, mas recusou a proposta. Décadas depois, em 2017, recebeu uma camisa personalizada da franquia, com o número 14 e seu sobrenome, em homenagem à sua trajetória no esporte.
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