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Como o ‘puxão de orelha’ de Stephen Curry garantiu o ouro na Olimpíada?

Na Olimpíada de 2024, a seleção de basquete americana masculina contava com o time dos sonhos. Stephen Curry, LeBron James e companhia não decepcionaram e levaram a já esperada medalha de ouro para as terras do Tio Sam.

Os Estados Unidos conquistaram nada mais do que a 17ª medalha de ouro em jogos Olímpicos e a 20° na competição. Em uma emocionante disputa contra dos donos da casa, o “Dream Team” venceu por 98 a 87. A partida só foi resolvida nos minutos finais, graças a uma jogada específica de Stephen Curry.

Ear Tug: o gesto de Stephen Curry que mudou o jogo contra a França

A final da Olimpíada estava acirrada, a seleção francesa pressionava a americana e havia encostado no placar. Nos minutos finais, Stephen Curry chamou a responsabilidade para si e fez o gesto conhecido como “puxão de orelha”, o que mudou o destino do jogo.

Ao fazer o gesto de puxar sua orelha, Curry estava pedindo a bola e definindo a próxima jogada. A Ear Tug (puxão de orelha) é uma jogada de bloqueio, seguido de corte entre Curry e LeBron:

“O puxão de orelha foi pra mim uma jogada para a gente se organizar e acalmar o ritmo do jogo. O LeBron estava com a bola e, enfim, eu queria que ele corresse. Quando fiz o screen e corri, ele fez o passe por trás e a bola estava nas minhas mãos antes que eu pudesse pensar no que estava rolando naquele momento. Comemorei pedindo calma, eu estava falando comigo mesmo, porque eu sabia que aqueles 4 minutos definiriam o legado olímpico da seleção dos Estados Unidos”, relatou Curry à série documental “Quadra de ouro”, lançada pela Netflix.

O ouro que faltava: Curry domina e leva os EUA à medalha

Curry marcou 24 pontos na partida e, se mostrou imparável nos minutos finais. Em menos de três minutos fez quatro arremessos certeiros de três pontos, somando mais 12 pontos no placar e garantindo a medalha Olímpica de ouro para os Estados Unidos.

“Naquela altura, nada que o Stephen Curry fizesse poderia me surpreender. Mas ele continuou me impressionando. Ele é capaz de fazer o impossível, mas naquela hora, era possível, porque era o Steph”, contou Steve Kerr à Netflix.

Apesar de não ter tido o desempenho esperado no decorrer da competição, Curry mostrou o quanto é um jogador decisivo e junto com seu companheiros, conquistou o tão aguardado ouro Olímpico a única medalha que faltava na sua tão vitoriosa carreira.

Night Night: a marca registrada de Stephen Curry

Ao final de uma das cestas de três pontos, Curry fez a sua famosa comemoração “Night Night”. Era hora de liquidar o jogo e colocar a seleção da França para “dormir”.

Stephen faz o famoso movimento com as mãos quando marca um ponto importante em uma partida decisiva. A primeira vez que usou foi em  em 2022 e desde então, esse gesto  virou uma febre mundial e uma marca registrada do astro:

“A primeira vez que isso aconteceu foi no Jogo 3 em Denver. Foi rápido, e foi uma daquelas situações em que você volta a sentir a atmosfera dos playoffs. Eu só conseguia pensar: ‘Acabe com eles. Acabe com eles. Essa era a conversa que eu estava tendo comigo mesmo. Não com ninguém mais do time ou na arena. Aí eu fiz aquela bandeja embaixo do Jokic, e foi esse pensamento que me veio à cabeça – só fazer o sinal. Eu não disse ‘Boa noite’ naquele momento; eu só estava dizendo para mim mesmo: ‘Acabe com eles’”, relembrou Curry em entrevista ao jornalista da NBA Nick DePaula: 

Porque Stephen Curry nunca tinha ido à uma Olimpíada antes?

Antes de 2024, Stephen Curry nunca havia disputado uma olimpíada na carreira. Foi só aos 36 anos que a estrela do Golden State Warriors conseguiu estrear na competição.

Em 2012, o jogador não foi convocado, pois não estava jogando em alto nível. Já em 2016 a decisão partiu do próprio atleta, que, após uma temporada exaustiva, preferiu se preservar fisicamente e descansar. Em 2020, apesar de ter planos para jogar, no auge do Covid 19, também preferiu não integrar a seleção americana.

Curry afirma nunca ter se arrependido das recusas, pois acreditava que não era hora e nem o momento certo. Mas, quando esse momento chegou ele não hesitou e cravou seu nome mais um pouquinho na história do basquete.

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Fernanda Macedo

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Eric Filardi e Thiago Felipe Camargo

Fundadores

Eric e Thiago trabalham juntos há 5 anos e uniram a paixão por esportes e basquete para criar algo revolucionário: dar voz a maior equipe da NBA na atualidade, com DNA do Brasil.

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